Blog de TEA
1.Título da Atividade: Sequenciação
2. Público/Transtorno: Crianças com autismo
3. Local de utilização: Sala de aula comum e Sala de recursos multifuncional
4. Descrição da atividade: Sequencias de eventos e cores, possibilitando com que as crianças lembrem da ordem adequada com auxílio de instruções visuais.
5. Intervenções do Professor do AEE: Trabalhar a sequenciação, a fim de que, as crianças com autismo consigam se lembrar da ordem das tarefas porque se atêm de forma concreta aos detalhes específicos e nem sempre veem relação entre elas.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Sugestão de atividade para crianças com autismo
Blog de TEA
1.Título da Atividade: Sequenciação
2. Público/Transtorno: Crianças com autismo
3. Local de utilização: Sala de aula comum e Sala de recursos multifuncional
4. Descrição da atividade: Sequencias de eventos e cores, possibilitando com que as crianças lembrem da ordem adequada com auxílio de instruções visuais.
5. Intervenções do Professor do AEE: Trabalhar a sequenciação, a fim de que, as crianças com autismo consigam se lembrar da ordem das tarefas porque se atêm de forma concreta aos detalhes específicos e nem sempre veem relação entre elas.
Fonte: Revista Ciranda da Inclusão - Maio/2010
Site: www.universoautista.com.br
1.Título da Atividade: Sequenciação
2. Público/Transtorno: Crianças com autismo
3. Local de utilização: Sala de aula comum e Sala de recursos multifuncional
4. Descrição da atividade: Sequencias de eventos e cores, possibilitando com que as crianças lembrem da ordem adequada com auxílio de instruções visuais.
5. Intervenções do Professor do AEE: Trabalhar a sequenciação, a fim de que, as crianças com autismo consigam se lembrar da ordem das tarefas porque se atêm de forma concreta aos detalhes específicos e nem sempre veem relação entre elas.
Aprendizagem de crianças com autismo
Sequenciação: as crianças com autismo podem não conseguir se lembrar da ordem das tarefas, pois se atêm de forma concreta aos detalhes específicos, e nem sempre veem relação entre elas. Instruções visuais podem auxiliar a minimizar essas dificuldades. As instruções visuais destacam sequências de eventos, e fazem com que as crianças se lembrem da ordem adequada.
Sequência lógica (Vida)
Sequência de cores
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Surdocegueira e Deficiência Múltipla
Surdocegueira e Deficiência Múltipla
Segundo
Lagati (1995), a surdocegueira é uma condição que apresenta outras dificuldades
além daquelas causadas pela cegueira e pela surdez.
Para
McInnes, a premissa básica é que a surdocegueira é uma deficiência única que
requer uma abordagem específica para favorecer a pessoa com surdocegueira e um
sistema para dar este suporte. Para este autor a aprendizagem das pessoas com
surdocegueira se refere a indivíduos que demonstram dificuldade em observar,
compreender e imitar o comportamento de outros indivíduos com os quais venha
entrar em contato. Daí as técnicas “mãos sobre mão” ou “mão sob mão” são
estratégias importantes de intervenção para estabelecer comunicação com a
criança com surdocegueira.
Faz-se
necessário incentivar e ensinar a pessoa com surdocegueira de como usar sua
visão e audição residuais, assim como outros sentidos remanescentes, provendo
informações sensoriais que suscitem a curiosidade. Por isso se torna
indispensável a presença de uma pessoa para mediar e trazer estas informações
de modo integral e coerente.
O
ambiente para inserção da pessoa com surdocegueira deve ser planejado e
organizado adequadamente favorecendo sua interação com pessoas e objetos.
Portanto se uma comunicação efetiva não for estabelecida na infância, a pessoa
ao crescer pode apresentar comportamento inadequado para se comunicar.
Segundo
o Ministério da Educação e Cultura e a Secretaria de Educação Especial
(MEC/SEESP), pessoas com deficiência múltipla são aquelas que “têm mais de uma
deficiência associada. É uma condição heterogênea que identifica diferentes
grupos de pessoas, revelando associações diversas de deficiências que afetam,
mais ou menos intensamente, o funcionamento individual e o relacionamento
social.” As características específicas apresentadas pelas pessoas com
deficiência múltipla lançam desafios à escola e aos profissionais que com elas
trabalham no tocante aos resultados ao longo do processo de inclusão. Por isso
dois aspectos tornam-se relevantes: a comunicação e o posicionamento.
Quanto
à comunicação, todas as interações de comunicação e atividades de aprendizagem
devem respeitar a individualidade e a dignidade de cada estudante com
deficiência múltipla. O mediador será responsável pela ampliação do
conhecimento de mundo desse estudante, visando lhe proporcionar autonomia e
independência.
Quanto
ao posicionamento, é indispensável uma boa adequação postural. Trata-se de
colocar o estudante com deficiência múltipla de maneira confortável em sala de
aula comum a fim de que possa fazer uso de gestos ou movimentos com os quais
estabeleça uma comunicação e desfrute das atividades propostas. O corpo é a
realidade mais imediata do ser humano. A partir e por meio dele, o homem
descobre o mundo e a si mesmo. Favorecer o desenvolvimento do esquema corporal
da pessoa com surdocegueira ou com deficiência múltipla é de suma importância.
Para todo e qualquer estudante, é necessário repensar a organização espacial da
escola e da sala de aula, o que pressupõe a mobilidade dos estudantes com
surdocegueira. Os espaços devem ser sinalizados em diferentes linguagens, nos
quais os estudantes com surdocegueira devem ser estimulados a circular neles.
Os
objetos de referência têm significados especiais com a função de substituir a
palavra e, assim, podem representar pessoas, objetos, lugares, atividades ou
conceitos associados a eles. Constituem recursos para a aprendizagem de
estudantes com surdocegueira e deficiência múltipla: objetos de referência das
atividades, caixas de antecipação, calendários e outros.
Enfim,
é importante lembrar que a parceria família-escola para a organização das
prioridades é imprescindível, pois um trabalho colaborativo e compartilhado
favorecerá a aprendizagem dos estudantes com surdocegueira e deficiência
múltipla.
Fonte:
Coletânea UFC-MEC/2010: A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar
- Fascículo 5: Surdocegueira e Deficiência Múltipla.
segunda-feira, 17 de março de 2014
AEE PS Atividade3: Texto para Blog
Educação
Escolar de Pessoas com Surdez- Atendimento Educacional Especializado em
Construção
Mirlene Ferreira
Macedo Damázio
Josimário de Paulo Ferreira
Uma nova política de Educação Especial na
perspectiva inclusiva, principalmente para pessoas com surdez, tem se tornado
promissora no ambiente escolar e nas práticas sociais/institucionais. Porém,
por mais que as políticas já estejam definidas, muitas questões e desafios
ainda estão para ser discutidos, muitas propostas, principalmente no espaço
escolar, precisam ser revistas e algumas tomadas de posição e bases
epistemológicas precisam ficar mais claras, para que, realmente, as práticas de
ensino e aprendizagem na escola comum pública e também privada apresentem caminhos
consistentes e produtivos para a educação de pessoas com surdez.
Não
vemos a pessoa com surdez como o deficiente, pois ela não o é, mas tem perda
sensorial auditiva, ou seja, possui surdez, o que a limita biologicamente para
essa função perceptiva. Mas, por outro lado, há toda uma potencialidade do
corpo biológico humano e da mente humana que canalizam e integram os outros
processos perceptuais, tornando essa pessoa capaz, como ser de consciência,
pensamento e linguagem.
O
problema da educação das pessoas com surdez não pode continuar sendo centrado
nessa ou naquela língua, como ficou até agora, mas deve levar-nos a compreender
que o foco do fracasso escolar não está só nessa questão, mas também na
qualidade e na eficiência das práticas pedagógicas. É preciso construir um
campo de comunicação e interação amplo, possibilitando que as línguas tenham o
seu lugar de destaque, mas que não sejam o centro de tudo o que acontece nesse
processo.
A
intenção é interpretar a pessoa com surdez, à luz do pensamento pós-moderno,
como ser humano descentrado, por acreditar no corpo biológico, não em sua parte
com a deficiência, mas nas outras, que dão à pessoa potencialidade. Isso nos
faz pensar num sujeito com surdez não reduzido ao chamado mundo surdo, com a
identidade e a cultura surda, mas numa pessoa com potencial a ser estimulado e
desenvolvido nos aspectos cognitivos, culturais, sociais e lingüísticos.
Rompemos
com o paradigma da dicotomização entre oralistas e gestualistas, e colocamos em
cena a pessoa com surdez na concepção pós-moderna, vemos que a tendência
bilíngüe se torna um território que se desterritorializa a clausura dessa
pessoa, sob a ótica multicultural.
Como
propõe o AEE, a pessoa com surdez não é estrangeira em seu próprio país, mas
usuária de um sistema lingüístico com características e status próprios, no
qual cognitivamente se organiza e estrutura o pensamento e a linguagem nos
processos de mediação simbólica, na relação da linguagem/pensamento/realidade e
práxis social. Por isso, é necessário discutir que, mais do que uma língua, as
pessoas com surdez precisam de ambientes educacionais estimuladores, que
desafiem o pensamento e exercitem a capacidade perceptivo-cognitiva.
Em
um contexto de rupturas com essa visão segregacionista e de embates entre gestualista
e oralistas, assinalamos que esse não é o caminho definido pelas políticas
públicas educacionais brasileira, quando legitima a perspectiva inclusiva numa
abordagem bilingüe para a educação das pessaos com surdez. A atenção deve estar
centrada, primeiramente, no potencial natural que esses seres humanos têm,
independente de deficiência, diferença, limites ou mesmo do marcador surdo; em segundo lugar, o foco deve ser a transformação da
escola e das suas práticas pedagógicas excludentes em inclusivas.
Nesse
contexto de compreensão é que legitimamos a construção do Atendimento
Educacional Especializado para pessoas com surdez (AEE PS) por meio da Política
Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva, que disponibiliza
serviços e recursos. Esse atendimento tem como função organizar o trabalho
complementar para a classe comum, com vistas à autonomia e à independência
social, afetiva, cognitiva e lingüística da pessoa com surdez na escola e fora
dela.
O
AEE PS, na perspectiva inclusiva, estabelece como ponto de partida a
compreensão e o reconhecimento do potencial e das capacidades desse ser humano,
vislumbrando o seu pleno desenvolvimento e aprendizagem.
Portanto,
o AEE PS deve ser visto como construção e reconstrução de experiências e
vivências conceituais, em que a organização do conteúdo curricular não deve
estar pautada numa visão linear, hierarquizada e fragmentada do conhecimento. O
conhecimento precisa ser compreendido como uma teia de relações, na qual as
informações se processem como instrumento de interlocução e de diálogo.
domingo, 10 de novembro de 2013
Audiodescrição Transformando Imagens em Palavras
Atividade3: BLOG – Descrição e Audiodescrição
Site sugerido: www.vercompalavras.com.br
Audiodescrição
Transformando Imagens em Palavras
Figura 1 - Capa
Descrição da capa: a capa, criada pela designer Aracy Bernardes, com fundo ocre e tons que
vão do vinho ao marrom, é ilustrada por metade de um rosto com destaque para
olho e parte da boca no lado direito, três imagens desfocadas, sobrepostas e
transparentes do meio para o lado esquerdo superior, um fluxo de letras saindo
da boca da pessoa sobre fotos descoloridas de praia e flor na parte inferior. O
título: Audiodescrição: Transformando Imagens em Palavras e os nomes dos
organizadores: Lívia Maria Villela de Mello Motta e Paulo Romeu Filho, estão
escritos com letras pretas sobre fundo ocre na parte superior e inferior da
capa.
Atividade3: BLOG – Descrição e Audiodescrição
Site sugerido: www.vercompalavras.com.br
Audiodescrição
Transformando Imagens em Palavras
Figura 1 - Capa
Descrição da capa: a capa, criada pela designer Aracy Bernardes, com fundo ocre e tons que
vão do vinho ao marrom, é ilustrada por metade de um rosto com destaque para
olho e parte da boca no lado direito, três imagens desfocadas, sobrepostas e
transparentes do meio para o lado esquerdo superior, um fluxo de letras saindo
da boca da pessoa sobre fotos descoloridas de praia e flor na parte inferior. O
título: Audiodescrição: Transformando Imagens em Palavras e os nomes dos
organizadores: Lívia Maria Villela de Mello Motta e Paulo Romeu Filho, estão
escritos com letras pretas sobre fundo ocre na parte superior e inferior da
capa.
Atividade3: BLOG – Descrição e Audiodescrição
Site sugerido: www.vercompalavras.com.br
“A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o
entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados
ou ao vivo, como: peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras,
musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança; eventos turísticos,
esportivos, pedagógicos e científicos como: aulas, seminários, congressos,
palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora.” Lívia Motta
Poema: VER COM
PALAVRAS
Lívia
Maria Villela de Mello Motta
Quem audiodescreve vê com palavras.
Vê, observa, registra,
Transforma imagens em palavras...
Para quem não enxerga poder
Peça, filme, desenho,
Até ópera assistir...
E ver com palavras
O que a imagem quer mostrar.
Quem não enxerga
Pode saber que o moço está de preto
E a moça de amarelo...
Que o homem de barbas grisalhas
Entrou e o pacote sobre a mesa colocou...
O que, quem, como, onde e quando
Ganham cores e formas.
As palavras vão chegando
E o entendimento completando.
Um vê, o outro escuta,
E com palavras podem enxergar,
Abrir a janela e espiar...
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